Um religioso espanhol doente em um hospital da Libéria, o que chegou o ebola

O religioso espanhol Miguel castela e leão, de 75 anos, permanece isolado e doente no hospital São José de Monrovia (Libéria), junto a outros cinco religiosos, dentre eles uma freira guineense com passaporte português. Pajares está pendente dos resultados que confirmem se foi infectado pelo vírus do Ebola

Enfermeiros do Hospital ELWA de Monrovia (Libéria) são desinfectados após estar em contato com pessoas afectadas pelo vírus do ebola. EFE/EPA/AHMED JALLANZO

Sexta-feira 01.08.2014

Quinta-feira 31.07.2014

Sexta-feira 04.07.2014

Segunda-feira 17.06.2013

Terça-feira 26.02.2013

A organização de cooperação internacional Juan Cidade ONGD, que pertence à Ordem Hospitaleira de São João de Deus, confirmou ontem a morte do diretor do hospital, o irmão Patrick Nshamdzea, por causa dovírus do Ebola, depois de duas semanas de luta contra a doença.

Atualmente, o hospital está fechado e encontram-se isolados os cinco religiosos. Ele descartou que a irmã de passaporte português Juliana Bohi, de origem guineense e com passaporte português, apresente os sintomas característicos do ebola, conforme informou ontem, dado que o seu estado melhorou.

No entanto, a religiosa congo Chantal Pascaline apresenta os mesmos sintomas que Miguel Pajares e também está à espera dos resultados do teste do cérebro que lhes fizeram ontem e que, provavelmente, serão conhecidos hoje.

Em um comunicado, a organização de cooperação internacional, pertencente à Ordem Hospitaleira de São João de Deus, explicou ontem que o religioso lhe “tomaram amostras de sangue para fazer o teste do cérebro, que leva um mínimo de seis horas para dar o resultado, por que os irmãos estão à espera de que o Ministério da Saúde liberiano lhes relatório”.

No caso de que o teste do ebola seja positivo, a ONG propõe que vários voluntários liberianos que se encontram na área possam entrar no recinto hospitalar para que seja tratado da doença.

A organização religiosa solicitou ao Governo daquele país africano mais recursos para combater o vírus.

A ONG enviou na passada sexta-feira em Madrid 700 quilogramas de material hospitalar para a proteção e isolamento do pessoal hospitalar.

Ao lado dos espanhóis, estão isolados outro religioso, duas irmãs missionárias da Imaculada Conceição africanas e o administrador do hospital de nacionalidade ganesa.

Só o pessoal do Ministério da Saúde pode aceder ao centro, mas por agora não o fez, pelo que estão muito preocupados com esta situação, explica a organização.

(Não Ratings Yet)
Loading…

Leave a Reply